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Empresa se prepara para seguir rota da Americanas (AMER3) e Oi (OIBR3)



A Light (LIGT3) estaria estudando entrar com um pedido de cautela para se proteger da cobrança de bancos de dívidas de curto prazo, algo semelhante ao feito pela Oi (OIBR3) e Americanas (AMER3) antes de entrarem em recuperação judicial. Segundo o colunista do O Globo, Lauro Jardim, a Light teria contratado o escritório de advocacia BMA para preparar a ação cautelar. Em janeiro, a Light escalou a Laplace para reestruturar sua dívida. Desde então, a ação derreteu 44%. Uma possível recuperação judicial da elétrica chegou a circular no mercado. Apesar disso, por ser uma concessão, a Light não pode pedir recuperação judicial ou extrajudicial. Responsável pelo atendimento de toda a região metropolitana do Rio de Janeiro, a Light opera principalmente no segmento de distribuição de energia elétrica. A empresa tem índices elevados de perdas não técnicas, devido a fatores como furtos de energia. A Light encerrou o terceiro trimestre de 2022 com um índice de alavancagem de três vezes da dívida líquida sobre o resultado operacional e com uma posição de caixa de R$ 4 bilhões. Além disso, a maior parte da amortização da dívida é prevista para o período de 2025 a 27. Ou seja, próximo ao término da concessão em 2026. Em relatório enviado a clientes na última semana, o UBS BB disse que a empresa não possui geração de caixa suficiente para pagar toda a dívida da companhia até o final da concessão de distribuição. À Reuters, fontes disseram que a Light vem conversando com o governo federal para buscar uma solução, sendo uma das possibilidades a antecipação da renovação da concessão. “O grupo (Light) não tem interesse em devolver a concessão ou desistir; o que quer são novas condições para a concessão se manter de pé”, disse a fonte, sem detalhar quais seriam as condições. Com informações da Reuters

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