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Crescem pagamento com troca de ações em M&As

  • Foto do escritor: Akurat
    Akurat
  • 14 de jan.
  • 1 min de leitura
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Com a alta de juros e menor liquidez, houve aumento das fusões e aquisições (M&A) no Brasil com pagamentos em ações. Em 2021, essas operações representavam 3% dos M&As assessorados pelo BZCP Advogados, mas saltaram para 28% em 2023. Esse modelo, comum nos EUA, reflete a maturidade do mercado brasileiro, segundo Marcelo Shima, sócio do BZCP.


Entre os casos notáveis estão: a fusão da Olga Ri com a Hi Pokee e a aquisição da DeÔnibus pela Travelier, ambas com pagamento em equity. Empresas maiores, como Petz, Cobasi, Arezzo e Soma, também têm adotado essa prática, que facilita a entrada de investidores e futuras saídas via bolsa.


As cláusulas de "earn-out", que condicionam pagamentos ao desempenho futuro das empresas, cresceram de 34% para 57% nas transações assessoradas pelo BZCP. Esse mecanismo reduz riscos para compradores e aumenta o comprometimento dos vendedores.


No entanto, questões fiscais são um desafio, pois pagamentos em ações podem exigir o recolhimento integral de impostos sobre ganhos de capital já no início, enquanto pagamentos em dinheiro permitem maior diluição ao longo do tempo.


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