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BTG compra metade da dona de Le Lis Blanc e Dudalina

  • Foto do escritor: Akurat
    Akurat
  • 11 de ago.
  • 2 min de leitura
(Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

O comando da Dudalina pode mudar de mãos mais uma vez. O banco BTG Pactual chegou a um acordo para aumentar a participação acionária na Veste S.A (antiga Restoque), dona da tradicional camisaria catarinense e de outras grifes como John John e Le Lis. O BTG já tem, indiretamente, 18,99% do capital social da companhia. Com a operação, aumentaria a fatia para 67,40%, assumindo o controle dos negócios.


Um ato de concentração já tramita no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão ligado ao governo que avalia os impactos de fusões e aquisições no mercado. Em um dos documentos do processo, consultado pela coluna, o BTG informa que a operação está em linha com a sua estratégia de investimentos e representa uma oportunidade de geração de valor para o grupo e seus acionistas.


Em fato relevante divulgado ao mercado nesta sexta-feira (8), a Veste S.A disse que foi informada pelo BTG de um acordo entre acionistas para a potencial aquisição do controle da companhia, em transação que ainda estaria sujeita a diligências e à aprovação do próprio Cade.


A Dudalina foi vendida em 2013 para fundos americanos e um ano depois acabou comprada pela Restoque, hoje Veste S.A (Foto: Patrick Rodrigues, NSC Total, BD)


Confirmada, a operação representaria a terceira troca de gestão da Dudalina, que hoje existe somente como marca, em pouco mais de uma década. Em 2013, os fundos americanos Advent e a Warburg Pincus compraram o controle da companhia, que até então estava nas mãos dos herdeiros dos fundadores, Duda e Adelina Hess de Souza.


Um ano depois, a Restoque, que em 2022 mudaria de nome para Veste S.A, anunciou a compra de 100% da empresa. A nova dona provocou uma ampla reestruturação da camisaria, que incluiu o fechamento de todas as fábricas da marca até então instaladas no Vale do Itajaí.


Em 2024, a Veste S.A teve faturamento líquido ajustado de R$ 1,12 bilhão. Com 40 lojas no país, a Dudalina foi a segunda principal marca do grupo no ano passado, com receitas de R$ 234,6 milhões – alta de 4,8%.


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