Victoria Capital reestrutura sua presença no Brasil e negocia investimentos potenciais de cerca de U



A estratégia marca um posicionamento mais integrado regionalmente, acompanhando o perfil de investimentos, em valores maiores, que a empesa de private equity já tinha fora do Brasil.

Com um time reestruturado de executivos sêniores e novos conselheiros, a Victoria Capital mostra assim uma estratégia de ampliar sua presença no mercado brasileiro, que concentra cerca de 40% do pipeline ativo da firma – os outros 60% estão distribuídos entre Argentina, Chile, Colômbia e Peru.

“Antes as maiores transações eram executadas fora do Brasil, mas agora vamos buscar este tamanho de investimentos aqui também, sem prejudicar nossa atuação em transações menores. É o que chamamos de flexible approach”, afirma Alexandre Dias, Partner da Victoria Capital no Brasil. Sócio desde seu ingresso na firma em 2011, depois de passagens como CEO por Directv/Sky, Google e Anhanguera Educacional, Alexandre lidera a equipe do novo escritório em São Paulo, na Rua Joaquim Floriano, no Itaim.

A empresa já coleciona histórias de sucesso em seu portfólio desde 2007, como a da Arcos Dourados, da Technos, e, mais recentemente da Oncoclínicas e da Satus Ager. “A estratégia continuará sendo generalista, mas ao mesmo tempo customizada a cada realidade de mercado dos países em que atua”, explica o argentino Carlos Garcia, Co-fundador e Mananging Partner da Victoria Capital. “Dada nossa experiência e presença em toda a América do Sul, vamos continuar investindo no que chamamos de oportunidades pan-regionais, como foi o caso de Arcos Dorados e Santillana” complementa Garcia.

No Brasil, os setores de consumo e serviços estão sendo sempre observados, dado o tamanho desses mercados no país. Serviços é a atividade mais visada pela empresa também na Colômbia, especialmente em healthcare, BPOs e hospitality. Na Argentina, as áreas de oil & gas, agribusiness e financial services merecem atenção especial e no Peru, infraestrutura e toda a cadeia de valor da mineração, assim como no Chile.

No Brasil, apesar do cenário de incertezas, a Victoria Capital também identifica um ponto de entrada bastante interessante, com recuperação dos preços das commodities e o valor da moeda muito atrativo.

A companhia aposta em boas oportunidades de investimento no Brasil, observando horizontes principalmente de médio e longo prazos. “Estamos com um pipeline de investimentos em companhias e setores que vêm se mostrando muito resilientes à instabilidade dos últimos anos no Brasil” comenta Dias.

Na noite do dia 31.07, a Victoria Capital reuniu empresários, investidores, e banqueiros com seu Senior Advisory Board, formado por profissionais consagrados em suas áreas de atuação, tais como Marcelo Lacerda (co-fundador do Terra Networks, F.biz., Blue Interactive, Magnopus) e Thilo Mannhardt (membro-fundador do escritório da McKinsey no Brasil onde esteve por quase 30 anos em diversos escritórios na América Latina, América do Norte e na África e ex-Presidente/CEO do Grupo Ultrapar).

Na ocasião a firma pode compartilhar o avanço de seus investimentos no Brasil além de anunciar que está atenta a todas as oportunidades a partir de US$ 30 milhões, mas que os investimentos podem chegar a até U$ 300 milhões num único negócio, desde que em co-participação com parceiros, em um prazo médio de permanência de 5 a 10 anos que caracterizam este tipo de investimento. Atualmente a Victoria Capital negocia investimentos potenciais de cerca de US$ 200 milhões no Brasil, além de outros US$ 300 milhões na América do Sul.

Publicado em: ecomercenews

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