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Venda de ativos para Oncoclínicas está longe de resolver os problemas da Unimed-Rio


O acordo do grupo Oncoclínicas para a compra de dois centros de tratamentos da Unimed-Rio por R$ 350 milhões, anunciado ontem, vai aliviar pouco a vida da operadora carioca, que só nos primeiros 9 meses do ano passado acumulou prejuízo de R$ 1,8 bilhão.


A Oncoclínicas vai desembolsar R$ 200 milhões à Unimed-Rio pela participação de 50% na cooperaiva Ceon, uma clínica de oncologia, e pela totalidade das ações do Hospital Marcos Moraes. A diferença de R$ 150 milhões será abatida de dívidas, com a compensação de recebíveis. A Oncoclínicas também vai demorar para fazer o pagamento: serão três parcelas iguais de R$ 66 milhões, sendo a primeira no fechamento e o restante em um e dois anos.

Para a Oncoclínicas, a operação também trará ganhos de eficiência tributária e, principalmente, reduzirá a exposição ao risco de o ativo ser colocado em disputa numa eventual hipótese de quebra da Unimed-Rio.

O anúncio da operação impulsionou as ações da Oncoclínicas, que opera em alta de quase 7%, valendo R$ 10,90.



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