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Nova rodada de demissões na Loft:380 funcionários desligados


O encarecimento do financiamento de imóveis e o custo de oportunidade de quem olhava o mercado como investimento estão obrigando as proptechs a se ajustarem à nova realidade. Agora, ao invés de rodadas milionárias de captação, o que vai ficando mais comum são as rodadas de demissões. A Loft acaba de fazer sua segunda rodada de cortes neste ano. O unicórnio fundado por Florian Hagenbuch e Mate Pencz cortou 12% no quadro de funcionários, o que equivale a cerca de 380 pessoas. A startup contava com 3,2 mil colaboradores. Antes das demissões recém-anunciadas, a Loft já havia cortado quase 160 funcionários em maio, numa rodada de demissões que coincidiu com os cortes feitos pelo rival Quinto Andar. Ao todo, a Loft já eliminou pelo menos 540 funcionários neste ano. A mudança de cenário chegou a provocar um burburinho entre gestores de venture capital sobre um down round da companhia, há algum meses - mas a companhia vem conseguindo manter o suporte dos investidores enxugando custos e buscando estratégias de expansão de receita. Uma das startups que mais levantou capital nos últimos anos, a Loft é um bom retrato do que ocorreu na indústria de venture capital. Durante a exuberância do mercado, o unicórnio emendou rodadas em poucos meses. Em abril do ano passado, a Loft foi avaliada em US$ 2,9 bilhões, o que dava à companhia um valor de mercado superior à tradicional incorporadora Cyrela. Os recursos levantados naquele mês de abril ocorreram menos de um mês após o grupo captar US$ 425 milhões em uma rodada série D que avaliou o negócio em US$ 2,2 bilhões. Desde a fundação, a Loft já levantou US$ 800 milhões em equity com investidores que incluem fundos como Baillie Gifford, Andreessen Horowitz, D1 Capital, QED e Tiger Global.



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