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Infracommerce anuncia compra da Synapcom por R$ 800 milhões

Empresa triplica receita anual para R$ 710 milhões e amplia atuação com aquisição de plataforma full-commerce B2C



A Infracommerce, especialista em soluções de e-commerce, anunciou essa semana a compra da rival Synapcom por R$ 773 milhões em espécie e R$ 27 milhões em ações a serem emitidas na conclusão da transação. A negociação ocorre quatro meses após o IPO da companhia, como parte de sua estratégia de fusões e aquisições, que inclui também a compra de empresas como Summa e Tatix.


Desse modo, a Infracommerce amplia o cross-sell de suas soluções omnichannel com foco em B2B por meio da experiência e escala da Synapcom no mercado B2C, o que fortalece a sinergia entre ambas. “Com a Synapcom, vamos oferecer uma escala ainda mais disruptiva para marcas e indústrias, fundamental para elas vencerem em suas jornadas digitais, priorizando sempre a experiência excepcional do consumidor final”, comentou Kai Schoppen, CEO e fundador da Infracommerce.


Já Eduardo Fregonesi, CEO e fundador da Synapcom, destacou que a operação reforça o ecossistema “white label” da Infracommerce a partir da diversidade de soluções ofertadas para centenas de marcas e indústrias. “Vamos prosperar juntos por meio de uma solução integrada que combina plataforma omnichannel, dados, fintech e fulfillment”, disse Eduardo Fregonesi, CEO e fundador da Synapcom”.


A Infracommerce integra a equipe de colaboradores da Synapcom e uma carteira com mais de 60 clientes, como Samsung, Phillips, Hypera, Goodyear e Porto Seguro. A adquirida atualmente movimenta mais de 15 milhões de itens em sua operação.


Com a operação, a Infracommerce passa a contar com uma receita recorrente anual de R$ 710 milhões, montante três vezes superior à receita registrada no ano passado. De acordo com o CEO, o foco dos próximos investimentos está no segmento omnichannel B2B. “Agora, vamos levar essa expertise também para o offline, digitalizando o mundo físico para fortalecer a integração entre os canais e aumentar a rentabilidade da operação, com grande foco no B2B, além do que já construímos no B2C”, acrescentou Kai Schoppen.


Publicado em: itforum.com.br

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