Grupo DG Sênior recebe aporte de R$ 50 milhões e inicia licenciamento da marca

Empresa especializada em instituições de longa permanência para idosos projeta abertura de unidades em dez cidades ao longo de 2021. Demanda cresceu cerca de 60% nos últimos meses




A empresa familiar DG Sênior, que opera Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), acaba de anunciar um aporte de R$ 15 milhões de um fundo de investimento, que deverá aportar mais R$ 35 milhões ao longo de 2021, para licenciar a marca. A DG Sênior não revela qual é o fundo, por questões contratuais. A primeira unidade nesse modelo de expansão foi negociada em Maringá, no Paraná, e será inaugurada em 2021. A notícia foi revelada em primeira mão a Pequenas Empresas & Grandes Negócios.


O grupo opera com três modelos de negócio, que atendem diferentes perfis de idosos. A Lina Residencial Sênior atende o Grau 1, que são pacientes mais independentes, que buscam companhia e atividades direcionadas para o convívio social. A segunda casa, Residencial Dona Gê, atende pessoas Grau 2, com comprometimento motor e cognitivo moderado. Já a terceira, Rosa Residencial Sênior, é para pacientes Grau 3, que requerem cuidados avançados.

Neste ano, o DG Sênior completou 35 anos de existência, sob o comando dos empreendedores Eduardo Peres e Fabio Peres, filhos da fundadora Genésia Mendes Peres - hoje com 73 anos e afastada dos negócios. A empresa foi rebatizada em 2020 para homenageá-la, com as iniciais DG, de Dona Gê, como a fundadora é conhecida.

Para o licenciamento, a empresa ganhou novos sócios, além da família: Marcella dos Santos, especialista em gerontologia e gestão em enfermagem, e Pedro Benedito Batista Junior, médico e especialista em gestão do mercado sênior e empreendedorismo.


Além da unidade em Maringá, o grupo pretende expandir para mais dez cidades em 2021, prioritariamente no interior de São Paulo. Mas não há restrições. “Qualquer cidade acima de 300 a 350 mil habitantes, tanto nessa região como de outros Estados poderão fazer um modelo de licenciamento do DG Sênior”, explica Eduardo Peres.


O investimento inicial para abrir um dos três formatos é a partir de R$ 400 mil, que pode ser parcelado em até 36 vezes. O valor inclui reforma e obra civil, mobiliário, equipamentos hospitalares, equipamentos de segurança, infraestrutura e TI, marketing inicial e digital, treinamento/auditagem, rouparia, capital de giro e a taxa de licenciamento (R$ 60 mil). “O licenciado pode ampliar gradativamente seu negócio, criando os três modelos de residenciais na sua cidade”, afirma o empreendedor. A expectativa é que cada unidade fature cerca de R$ 2,5 milhões ao ano.


Publicado em: revistapegn.globo.com

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