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Fintech para fornecedores do governo, bitgov capta R$ 8,1 milhões para ganhar mercado


Uma palavra está no topo das atenções das empresas fornecedoras de órgãos públicos: recebível. Instrumento muito comum na iniciativa privada, também é usado por governos para contratos com prestadores de serviço. É o valor que o governo deve e que está por entrar nas contas do negócio, mas que, às vezes, pode demorar algumas semanas - ou até meses. Sem dinheiro em caixa, muitas empresas tinham dificuldade de fazer a operação girar e, em alguns casos, até de entregar o que era contratado.


Para resolver esse problema, o governo já entregou algumas soluções, como o AntecipaGov. Nesse programa, fornecedores que possuem contratos ativos com órgãos da Administração Pública Federal podem solicitar a antecipação de crédito no valor máximo de 70% do que ainda têm a receber.


A startup de Brasília bitgov também atua nessa área. Além de fornecer crédito para antecipação de recebíveis, a fintech também usa dados públicos dos portais de transparência para fazer análise de crédito de fornecedores do governo. 


Agora, acaba de receber um aporte de 8,1 milhões de reais para expandir e ganhar mercado. O aporte foi realizado pela Bertha Capital, gestora de investimentos que conecta corporações ao mercado de capitais e startups, por meio do recém-lançado Fundo Inova XII.


A ideia, com o dinheiro, é evoluir a tecnologia da startup para aprimorar os modelos de ratings de crédito e na ampliação das fontes de coleta de dados.


O que faz a bitgov

Fundada há menos de um ano e com projeção de faturamento de 450.000 reais em 2023, a bitgov trabalha para ser um banco de fornecedores de governos. 

Eder Freddi, um dos fundadores do negócio, trabalhava com tecnologia desde os tempos de faculdade, em 1997. Em 2001, passou a trabalhar num marketplace de construção civil para B2B.


Depois, trabalhou em alguns órgãos públicos e em outras empresas digitais até entrar na Memora, uma empresa que desenvolvia soluções em gestão de processos para clientes públicos e privados. Foi aí que pegou experiência com contas públicas e começou a pensar num produto para fornecedores governamentais. Foi o embrião da bitgov.


Fonte: exame.com

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