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Conheça as 20 startups em alta no Brasil, segundo o LinkedIn


O LinkedIn publicou a sexta edição da lista Top Startups, que reconhece as vinte empresas que mais se destacaram no último ano no Brasil, com base em análises de dados exclusivos da plataforma. A escolha é guiada por quatro pilares principais: crescimento de oportunidades de emprego, engajamento de usuários com a empresa e seus funcionários, interesse dos profissionais do mercado pelas vagas disponíveis nessas startups e atração dos melhores talentos. A lista de startups contempladas na edição de 2023 pelo LinkedIn pertencem a diferentes setores e áreas de especialização, como serviços financeiros, saúde, benefícios, tecnologia, entre outros. Conheça a lista de Top Startups 2023: C6 Bank – banco digital; Caju – serviços financeiros; Flash – serviços financeiros; Gringo – serviços e consultoria de TI; Cora – serviços financeiros; Conta Simples – serviços financeiros; Marvin – serviços financeiros; Faster – serviços de design; Dr.Cash – serviços financeiros; Sallve – produtos de higiene pessoal; Kanastra – serviços financeiro; Seazone – setor imobiliário; Môre – consultoria e serviços empresariais; Cayena – serviços e consultoria de TI; Swap – serviços financeiros; Onfly – serviços e consultoria de TI; Sami – hospitais e atendimento à saúde; Kiwify – tecnologia, informação e internet; Leve Saúde – saúde, bem-estar e educação fisíca Skeelo – entretenimento.

“Diferente do ano passado, em que vivíamos uma adaptação do período pandêmico, a lista deste ano é marcada pela grande ascensão das tecnologias e da Inteligência Artificial, por exemplo, trazendo um novo momento para o mercado. As novidades dessa nova edição são empresas focadas no setor alimentício e de beleza, bem como transporte, viagens e educação, trazendo uma diversidade interessante para os destaques deste ano”, afirmou Guilherme Odri, editor-chefe do LinkedIn Notícias Brasil Para se qualificarem, as empresas devem ser privadas e independentes, ter 50 (ou mais) funcionários, ter 5 (ou menos) anos desde a fundação e serem sediadas no país da lista em que aparecem. São excluídas todas as empresas de contratação, “think tanks”, empresas de capital de risco, escritórios de advocacia, empresas de consultoria de TI e gestão, organizações sem fins lucrativos e entidades filantrópicas, aceleradoras e estatais. Não se qualificam também startups com taxas de demissões superiores a 15% com base em comunicados da empresa ou fontes públicas entre 1º de julho de 2022 e a data de lançamento da lista.



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